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Editorial
Redes de referenciação das doenças endócrinas
Endocrine Diseases Reference Networks
Francisco Carrilhoa, Helena Cardosob,
a Presidente da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo
b Presidente do Colégio da Especialidade de Endocrinologia e Nutrição

Em 9 de maio de 2014, a Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM) e o Colégio da Especialidade de Endocrinologia e Nutrição da Ordem dos Médicos solicitaram uma audiência ao Ministro da Saúde ao constatarem a inexistência de qualquer referência à especialidade de endocrinologia‐nutrição nas especialidades hospitalares referenciadas na portaria 82/2014 do DR de 10 de abril de 2014.

Neste momento, o presidente da SPEDM e a presidente do Colégio da Especialidade de Endocrinologia e Nutrição da Ordem dos Médicos vêem com grande satisfação a publicação da portaria n.°147/2016 de 19 de maio de 2016, em que não só a referida portaria é revogada como é estabelecido o processo de classificação dos hospitais, centros hospitalares e unidades locais de saúde do Serviço Nacional de Saúde, tendo como princípio a definição das Redes de Referenciação Hospitalar (RRH) e é definido o processo de criação e revisão das referidas redes. No anexo a esta portaria estão elencadas as RRH aprovadas, as RRH em fase de submissão a consulta pública, as RRH em criação/revisão e as RRH em fase de designação de peritos em que a especialidade de endocrinologia e nutrição se encontra incluída. O Colégio da Especialidade de Endocrinologia e Nutrição da Ordem dos Médicos foi envolvido quer para a designação de peritos quer para a coordenação, assim como o presidente da direção da SPEDM, para além de elementos representantes de todas as ARS, DGS e ACSS.

A importância das RRH e dos centros de referência integrados nas RRH ultrapassa a escala nacional, pois vai permitir a integração nas redes de referenciação europeia, Endocrine Reference Networks (Endo ERN), coordenadas pelo Professor Alberto M. Pereira, da Universidade de Leiden.

As RRH em endocrinologia vão ter de responder a 2 realidades diferentes: a referenciação das doenças com grande prevalência, como é o caso da diabetes mellitus, obesidade, doenças da tiróide e osteoporose; e a referenciação das doenças endócrinas raras e complexas incluídas nas Endo ERN, cujos principais grupos temáticos são as doenças da hipófise, suprarrenal, doenças da diferenciação e maturação sexual, crescimento, doenças da homeostasia do cálcio e do fósforo, diabetes monogénica e doenças genéticas da homeostasia da glicose e insulina, síndromes tumorais endócrinas genéticas, doenças raras e complexas da tiróide, sempre abrangendo todo o período desde o nascimento até à senescência.

À semelhança das redes de referenciação europeia em que se pretende que seja um processo de baixo para cima, também nós queremos envolver todos os endocrinologistas portugueses desde uma fase inicial, pelo que vão ser convocadas assembleias gerais do Colégio da Especialidade de Endocrinologia e Nutrição e da SPEDM para o início de setembro de 2016, para que todos possam participar ativamente neste processo, numa fase muito anterior à da consulta pública. Esteja atento, participe, colabore!

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